|
|
|
|
 |
|
08/03/2006
Fato Rural - Fev/Mar 2006 - Ferrugem não deve causar prejuízos à soja paranaense

Outro problema para o sojicultor, este ano, é a ferrugem asiática. Os maiores estragos causados pela praga são mesmo em Mato Grosso, na região de Primavera do Leste, mas existem registros da doença no Estado do Paraná. A seca em algumas regiões do Estado contribui para que a ferrugem não cause maiores estragos.
A pesquisadora da Embrapa Soja, Claudine Seixas, diz que o monitoramento das lavouras realizado pelas cooperativas e produtores paranaenses ajudou muito a prevenção e identificação. Além disso, o uso de produtos que combatem à praga, aplicados antes do surgimento da doença, foram algumas medidas tomadas por agricultores e cooperativas. Com isso, foi possível minimizar as ocorrências da doença no Estado.
“Vemos que o produtor estava mais bem preparado para enfrentar a ferrugem este ano. Algumas cooperativas usaram produtos de combate antes mesmo do surgimento da doença e fizeram monitoramento das lavouras. Assim, o controle sobre a ferrugem ficou mais fácil”, disse Seixas.
Segundo a pesquisadora, a seca contribuiu para que a ferrugem não se espalhasse pelas lavouras paranaenses. “O que a gente tem percebido é que a umidade é o fator principal de proliferação da doença. Quando chove, o que é bom para a soja, a ferrugem também se beneficia. Já a seca, arrasa tanto a lavoura quanto a praga”, afirmou Claudine. “Por isso é que aqui, não tivemos tantos problemas com a ferrugem como lá em Mato Grosso”, conclui.
|
 |
|

|
|
|
|